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segunda-feira, 9 de julho de 2018

9 de julho de 2018 - Paulista



9 de julho - Revolução Constitucionalista

Cartaz convocando os paulistas às armas
"Atualmente, o dia 9 de julho, que marca o início da Revolução de 1932, é a data cívica mais importante do Estado de São Paulo e feriado Estadual. Os paulistas consideram a Revolução Constitucionalista como sendo o maior movimento cívico de sua história. A lei 12.430, de 20 de junho de 2011, inscreveu os nomes de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo heróis paulistas da Revolução Constitucionalista de 1932, no Livro dos Heróis da Pátria. No total, foram 87 dias de combates (de 9 de julho a 4 de outubro de 1932 - sendo os últimos dois dias depois da rendição paulista), com um saldo oficial de 934 mortos, embora estimativas, não oficiais, reportem até 2.200 mortos, sendo que numerosas cidades do interior do estado de São Paulo sofreram danos devido aos combates. Apesar da derrota militar do movimento, algumas de suas principais reivindicações foram obtidas posteriormente, por exemplo, com a nomeação de um interventor civil e paulista, a convocação de uma Assembleia Constituinte e a promulgação de uma nova Constituição em 1934. No entanto, essa Constituição teve curta duração, pois em 1937 Getúlio Vargas fechou o Congresso Nacional, cassou a Constituição vigente e outorgou uma nova Constituição, justificando tais medidas a um suposto extremismo de movimentos políticos da época. Assim, a partir de então, foi estabelecido o regime ditatorial conhecido como Estado Novo que perdurou até 1945, ano em que Vargas foi deposto por um grupo militar composto por generais antigos aliados."


sexta-feira, 30 de setembro de 2016

30 de setembro – Dia do Jornaleiro


30 de setembro – Dia do Jornaleiro


No dia 30 de setembro é comemorado o Dia do Jornaleiro. A celebração é uma homenagem àqueles que levam informações e entretenimento à casa dos cidadãos todos os dias. A história desta profissão é marcada pelo trabalho duro, mas que encontra sua recompensa pela reconhecida importância deste trabalho, que permite que todos tenham acesso às noticias.  

Especula-se que a profissão de jornaleiro já conte, aproximadamente, 150 anos de existência em nosso país. No principio, o papel de distribuir os jornais cabia aos negros escravos, que os vendiam pelas ruas enquanto gritavam as principais manchetes do dia como modo de atrair a atenção dos transeuntes. O primeiro jornal a ser vendido avulso foi o “A Atualidade”, em 1858.

Já no inicio do século XX, os jornaleiros já contavam com recursos como o cavalo, que acelerava seu trabalho, tornando-o mais eficiente. Todos os dias, os jornaleiros levavam as notícias do dia ao publico, oferecendo, de mão em mão, os jornais nas ruas centrais das cidades. 

De origem principalmente italiana, os jornaleiros evoluíram das ruas para caixotes, com uma madeira em cima, onde os jornais eram organizados para a venda. O primeiro ponto fixo para a venda de jornais foi construído por Carmine Labanca, imigrante italiano, na cidade do Rio de Janeiro. É dele que se origina o termo “banca”, como sinônimo para estes pontos de venda.

Posteriormente, por volta de 1910, os caixotes evoluíram para estruturas de madeira mais complexas. Já na década de 50, as bancas de madeira começaram a ser substituídas por outras, de metal, perdurando os periódicos até os dias de hoje nos mesmos moldes. Atualmente, as bancas contam com os mais diversos recursos da tecnologia, como ar refrigerado, piso em mármore, entre outros, sempre visando o bem-estar dos clientes.

A casa do Pequeno Jornaleiro

Criada em 1940 como o projeto principal da Fundação Darcy Vargas – entidade filantrópica instituída por Darcy Vargas, viúva de Getulio Vargas –, a Casa do Pequeno Jornaleiro tinha como objetivo melhorar a situação dos jornaleiros, em sua grande maioria crianças, fato que já estava se tornando um problema social para a cidade do Rio de Janeiro. Tentando aumentar suas vendas, os pequenos jornaleiros perambulavam até tarde e acabavam dormindo nas ruas.

A ideia do projeto era oferecer abrigo à noite e ocupar esses jovens durante o dia, dando-lhes a oportunidade de frequentar aulas e cursos profissionalizantes, em horários não conflitantes com o exercício da profissão. Com o advento do Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990, os objetivos da Casa do Pequeno Jornaleiro mudaram. Hoje, sua função é fornecer reforço escolar e atividades complementares para as crianças e adolescentes cariocas. Disciplinas como português e matemática são oferecidas, além de aulas de informática, corte e costura, jardinagem, dança e até mesmo um coral.


Curiosidades da profissão:


 O nome "jornal", que veio a nomear, depois, o "jornaleiro", tem sua origem na palavra latina "diurnalis", que se refere a "dia", "diário" – o que significaria o relato de um dia de atividades.

· A palavra "gazeteiro", que também significa o aluno que costuma "gazetear" as aulas (faltar, sem que os pais soubessem), tem sua origem no jornaleiro, que era chamado de "gazeteiro". Isso se deve ao fato de que as crianças preferiam ficar nas bancas, olhando os jornais e revistas, ao invés de ir para o colégio.

· "Gazetta" era o nome da moeda em Veneza, no século XVI. Foi essa palavra que deu origem ao Gazetta Veneta, jornal que circulava na cidade de Veneza no século XVII. Com o tempo, "gazeta" virou sinônimo de periódico de notícias.


Obtido em: http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/pwdtcomemorativas/default.php?reg=24&p_secao=17

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Independência do Brasil - 194 anos

Independência do Brasil




Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Independência do Brasil é um processo que se estende de 1821 a 1825 e coloca em violenta oposição o Reino do Brasil e o Reino de Portugal, dentro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. AsCortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, instaladas em 1820, como uma consequência da Revolução Liberal do Porto, tomam decisões, a partir de 1821, que tinham como objetivo reduzir novamente o Brasil ao seu antigo estatuto colonial.
Antecedendo o processo de independência do Brasil, mas com fortes influências sobre o mesmo, ocorre a transferência da corte portuguesa para o Brasil. Em 1807, o exército francês invadiu o Reino de Portugal que se recusa a se juntar ao ´bloqueio continental contra o Reino Unido. Incapaz de resistir ao ataque, a família real e o governo português fugiram para o Brasil, que era então a mais rica e desenvolvida das colônias lusitanas[1][2]. A instalação do Tribunal de Justiça no Rio de Janeiro traz uma série de transformações políticas, econômicas e sociais que levam à decisão do Príncipe Regente D. João, consumada em 16 de dezembro de 1815, de elevar o Brasil à condição de reinounido com sua ex-metrópole.
Porém, em 1820, uma revolução liberal eclodiu em Portugal e a família real foi forçada a retornar para Lisboa. Antes de sair, no entanto, D. João nomeia o seu filho mais velho, D. Pedro de Alcântara de Bragança, como Príncipe Regente do Brasil (1821). Fiel ao seu pai, o príncipe-regente vê sua condição complicada pela vontade política das cortes portuguesas em repatriá-lo e de retornar o Brasil ao seu antigo estatuto colonial. Oficialmente, a data comemorada para independência do Brasil é a de 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado "Grito do Ipiranga", às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo). Em 12 de outubro de 1822, o príncipe foi proclamado imperador pelo nome de Pedro I e o país leva o nome de Império do Brasil.
Assim começou a guerra de independência que vê nascer e atuar o exército brasileiro, formado a partir das tropas coloniais portuguesas, contra aquelas que permaneceram fiéis ao Reino de Portugal em algumas partes do país, evitando a desfragmentação do território.[3]. Em meio ao conflito, há o levantamento da Confederação do Equador, que pretendia formar seu próprio governo, republicano, mas foi duramente reprimido. Depois de três anos de conflito armado, Portugal finalmente reconheceu a independência do Brasil, e em 29 de agosto de 1825 foi assinado o Tratado de Amizade e Aliança firmado entre Brasil e Portugal. Em troca, o Brasil se comprometeu a pagar ao Reino de Portugal uma indenização substancial e assinar um tratado de comércio com o Reino Unido, para indenizá-lo por sua mediação.

De reino unido a Império independente

Pedro partiu para a Província de São Paulo para assegurar a lealdade dos locais à causa brasileira. Ele alcançou sua capital em 25 de agosto e lá permaneceu até 5 de setembro.
Leopoldina, sua esposa, assumiu a regência durante a viagem. Diante das exigências de Portugal para que ambos retornassem a Lisboa, ela convocou uma sessão extraordinária do Conselho de Estado no dia 2 de setembro de 1822 e, juntamente com os ministros, decidiu pela separação definitiva entre Brasil e Portugal, assinando então a declaração de independência. Em seguida, enviou o mensageiro Paulo Bregaro para entregar a Pedro uma carta informando sobre o ocorrido.
Em 7 de setembro, quando retornava ao Rio de Janeiro, Pedro recebeu a carta de José Bonifácio e de Leopoldina. O príncipe foi informado que as Cortes tinham anulado todos os atos do gabinete de Bonifácio e removido o restante de poder que ele ainda tinha. Pedro voltou-se para seus companheiros, que incluiu sua Guarda de Honra e falou: "Amigos, as Cortes Portuguesas querem escravizar-nos e perseguir-nos. A partir de hoje as nossas relações estão quebradas. Nenhum vínculo unir-nos mais" e continuou depois que ele arrancou a braçadeira azul e branca que simbolizava Portugal: "Tirem suas braçadeiras, soldados. Viva independência, à liberdade e à separação do Brasil." Ele desembainhou sua espada afirmando que "Para o meu sangue, minha honra, meu Deus, eu juro dar ao Brasil a liberdade" e gritou: "Independência ou morte". Este evento é lembrado como "Grito do Ipiranga".
Ao chegar na cidade de São Paulo, na noite de 7 de setembro de 1822, Pedro e seus companheiros espalharam a notícia da independência do Brasil do domínio português. O príncipe foi recebido com grande festa popular e foi chamado de "Rei do Brasil", mas também de "Imperador do Brasil". Ele retornou ao Rio de Janeiro em 14 de setembro e nos dias seguintes os liberais espalharam panfletos (escritos porJoaquim Gonçalves Ledo), que sugeriam a ideia de que o príncipe deve ser aclamado Imperador Constitucional. Em 17 de setembro, o Presidente da Câmara Municipal do Rio de JaneiroJosé Clemente Pereira, enviada às outras Câmaras do país a notícia que a Aclamação iria ocorrer no aniversário de Pedro, em 12 de outubro. No dia seguinte, a nova bandeira e brasão de armas do reino independente do Brasil foram criados.
Coroação do imperador Pedro I em 1 de dezembro de 1822.
A separação oficial de Portugal só ocorreria em 22 de setembro de 1822, em uma carta escrita por Pedro a João VI. Nele, Pedro ainda chama a si mesmo de "Príncipe Regente" e seu pai é referido como o Rei do Brasil independente. Em 12 de outubro de 1822, no Campo de Santana (mais tarde conhecido como Campo da Aclamação) o príncipe Pedro foi aclamado Dom Pedro I, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil. Era ao mesmo tempo o início do reinado de Pedro e também do Império do Brasil. No entanto, o Imperador deixou claro que, embora ele tenha aceitado o título, se João VI retornasse ao Brasil ele iria descer do trono em favor de seu pai.
A razão para o título imperial foi a de que o título de rei iria simbolicamente significar uma continuação da tradição dinástica portuguesa e talvez do temido absolutismo, enquanto o título de imperador derivava da aclamação popular, como na Roma Antiga. Em 1 de dezembro de 1822 (aniversário da aclamação de D. João IV, o primeiro rei da Casa de Bragança) Pedro I foi coroado e consagrado.



quarta-feira, 17 de junho de 2015

Festa Junina Gastão Moutinho 2015


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