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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Superpredador brasileiro espanta e vira destaque internacional


Superpredador brasileiro espanta e vira destaque internacional
14 de maio de 2010  13h16  atualizado às 13h19

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O paleontólogo Sérgio Cabreira trabalha no fóssil do  Prestosuchus chiniquensis , uma espécie de tecodonte Foto: Ulbra/Divulgação
O paleontólogo Sérgio Cabreira trabalha no fóssil do Prestosuchus chiniquensis, uma espécie de tecodonte. Veículos internacionais como os britânicos TelegraphDaily Mirror, além de Fox News, destacaram a descoberta
Foto: Ulbra/Divulgação

ANDRESSA TUFOLO
MATHEUS PESSEL
A descoberta de um fóssil quase completo do superpredador tecodonte Prestosuchus chiniquensis, no município de Dona Francisca, no Rio Grande do Sul, atraiu a atenção da imprensa internacional. Após apresentação feita pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), na última segunda-feira, dia 10, veículos como os britânicos TelegraphDaily Mirror e Fox Newsrepercutiram a notícia da espécie que tinha aproximadamente 7 m de comprimento e pesava 900 kg. O animal viveu no período Triássico (há aproximadamente 238 milhões de anos) e é um ancestral dos dinossauros.
Segundo o paleontólogo Sérgio Cabreira, responsável pelo achado, a imprensa internacional não está acostumada com trabalhos na América do Sul. Países como Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, defendem a sua própria cultura científica. "Aí, nesse conjunto, nós, brasileiros aqui do Sul, descobrimos algo completo com estruturas que não haviam sido encontradas antes. Isso mexe com o contexto", afirma. De acordo em ele, o Brasil está em ascensão no cenário internacional e já é visto com respeito. "Não precisamos mais de suporte externo, temos estrutura."
O pesquisador ressalta também que essa região do município de Dona Francisca é um dos sítios de fósseis mais importantes do mundo. "A área explorada ainda é pequena. Quando o processo de pesquisa for formatado realmente, nós vamos encontrar dezenas de fósseis".
Apesar de o fóssil ter sido achado há cerca de 30 dias após chuvas que expuseram parte do material, a descoberta reflete um trabalho de seis anos de projeto, conta Sérgio Cabreira. "Temos feito vários achados de material na área. Há três anos, encontramos neste mesmo local, duas vértebras muito grandes desse Arcossauro. Nessa oportunidade, eu já tinha uma ideia do belo material que estava para encontrar. A erosão expôs uma margem do material e o limpamos. Entendemos que se travava de algo importante", afirmou.
O cientista acredita que esse animal tenha sido soterrado pela enchente poucos dias após a sua morte. "Encontramos um fóssil com crânio, coluna cervical, cauda, em excelente estado de preservação. O fóssil fala por ele mesmo." Depois da divulgação das imagens, paleontólogos de diversas regiões visitaram o local.
O grupo ao qual o animal pertence representa os primeiros arcossauros que atingiram um grande tamanho. "Não conseguiremos entender esse frisson da imprensa internacional se não olharmos para o cenário científico", explicou referindo-se a todas as implicações históricas, científicas e sociais do trabalho.
Existem leis que regem o patrimônio científico brasileiro. A divulgação das descobertas é essencial para criar uma guarda em torno desse patrimônio, segundo o paleontólogo. "Devemos expor esse material para disseminar a conquista de todos os brasileiros. Além disso, o fato permite com que a sociedade e os políticos tomem providências para o aproveitamento e cercamento de áreas."
O fóssil do tecodonte Prestosuchus chiniquensis continuará sendo estudado em território nacional. Ele agora entra em um circuito de tratamento, com clima e acondicionamento adequados. Antes de que os cientistas possam manusear os fósseis encontrados, são feitas réplicas dos materiais. Geralmente essas cópias é que são apreciadas em museus, enquanto a original é utilizada em pesquisas.
Redação Terra

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Voluntários simulam durante 520 dias missão em Marte


Voluntários simulam durante 520 dias missão em Marte

Ter, 04 Mai, 11h24
MOSCOU, Rússia (AFP) - Três russos, dois europeus e um chinês, todos voluntários, viverão 520 dias encerrados sem luz natural e com comida asséptica para simular uma viagem a Marte, o que permitirá estudar os impactos psicológicos e físicos da missão.
A partir do final do mês ou do início de junho, os voluntários passarão 520 dias em um módulo de 180 metros quadrados, réplica idêntica de uma nave espacial instalada num centro científico de Moscou.
A conquista de Marte começará dentro de algunas décadas, mas a ideia é respeitar a duração de uma verdadeira viagem para o planeta vermelho, ou seja, 250 dias de ida, 30 dias de permanência e 240 dias de volta.
"O maior risco deste isolamento é psicológico", explica Alexander Souvorov, chefe do projeto no Instituto dos Problemas Médico-Biológicos (IBMP), organizador da experiência junto com a Agência Espacial Europeia (ESA).
Em 2009 foi realizada uma primeira experiência do mesmo tipo, na qual seis voluntários vivieram durante 105 dias encerrados num módulo espacial similar.
"Claro que as relações não serão sempre harmoniosas, as coisas ficarão bem entre algumas pessoas, mas não tão bem entre outras. Mas a prioridade é que sejam capazes de realizar as tarefas juntos, apesar disso", enfatiza Souvorov.
Os seis voluntários foram submetidos a um intenso treinamento prévio, durante o qual passaram por vários testes e repetiram as experiência previstas.
Ao final dos 250 primeiros dias de isolamento, três deles se instalarão em outro cômodo, que representará o módulo exterior que pousará em solo marciano.
O candidato francês, Romain Charles, um engenheiro de 30 anos, sonho com aventuras e novas fronteiras, mas teme os 520 dias que passará privado de seus costumes terrestres.
"As relações com a família, a namorada, os amigos, à distância, é algo difícil de gerenciar. E depois não haverá sol nem ar fresco. Não há janelas no módulo", explica.
Os dias serão divididos em oito horas de sono, oito de trabalho e oito de lazer.
Os seis membros da tripulação terão de realizar 105 experimentos psicológicos, físicos e médicos para ver a evolução de seu corpo e de sua mente.
Para se divertir, os participantes terão acesso a vídeos e livros eletrônicos.
Jérôme Clevers, de 28 anos, engenheiro belga, explica que isso é um sonho de infância seu que se realiza, ou seja, participar da conquista espacial.
"É uma paixão desde que eu era criança. Acho que esse tipo de grande conquista permitirá à humanidade dar um passo adiante".
Uma conquista em nome do progresso implica sacrifícios, inclusivo culinários. O regime alimentar a bordo será parecido com o dos astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS)
Os 'viajantes' também terão de seguir regras drásticas. Já que o abastecimento de uma nave em rota para Marte é impossível, eles só poderão tomar banho uma vez a cada 10 dias e trocar de roupas íntimas a cada três.

Fonte
http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/r__ssia_europa_china_marte_espa__o

domingo, 21 de março de 2010

Inimigo nas pistas, Prost diz que Senna era "alguém especial"

Inimigo nas pistas, Prost diz que Senna era "alguém especial"

21 de Março de 2010 11:43
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Principal antagonista de Ayrton Senna nos 11 anos de carreira do brasileiro na Fórmula 1, Alain Prost garante que não guarda nenhuma mágoa do tricampeão mundial, apesar de ter protagonizado com ele dois dos momentos mais polêmicos da história da categoria, as decisões dos títulos de 1989 e 1990. Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o francês lembrou que havia feito as pazes com o Ayrton antes do acidente fatal que matou o paulista em maio de 1994.
"Ele era alguém especial. Um grande talento natural, amava o que fazia, assumia altos riscos, não tinha limites e as pessoas amam isso. Um verdadeiro campeão. Nas pistas e no coração das pessoas. Ayrton tocava a alma dos fãs da F-1", afirmou Prost. "O interessante é que as nossas diferenças estão cada vez mais distantes para mim. (...) Senti falta de Ayrton, como tenho certeza que ele sentiria a minha", declarou.
O tetracampeão acredita que, se estivesse vivo, Senna acompanharia de perto a carreira do sobrinho, Bruno, que conquistou em 2010 sua primeira oportunidade na Fórmula 1. O europeu ainda lembrou alguns momentos curiosos ao lado do ex-companheiro de McLaren.
"O campeonato de 1988 acabou no Japão, Ayrton foi campeão e fomos para a Austrália. Na classificação, lutamos volta a volta pela pole position. Quando acabou o treino, nos reunimos e começamos a trocar informações sobre o que fazíamos para vencer o outro. Rimos muito", relembrou.
Prost declarou que os dois fizeram "as pazes" na Austrália-1993, último GP do francês. "Passamos a nos falar regularmente desde então", comentou o veterano, que em 1994 fez questão de viajar ao Brasil para acompanhar o funeral de Ayrton. "Eu não me sentiria bem a vida toda se não fosse", confessou.

Se estivesse vivo, Senna completaria 50 anos neste domingo.

http://br.esportes.yahoo.com/noticias/d-sport-inimigo-nas-pistas-prost-diz-21032010-82.html?_r=206406548

Homenagem aos 50 Anos de Ayrton Senna da Silva

Se Ayrton Senna da Silva estivesse vivo hoje completaria 50 anos de idade e eu como um fã incondicional, deste ser humano que se superou em diversos aspectos de sua vida, não poderia deixar de prestar minha singela homenagem ao Esportista mencionando o fato.

Compartilho abaixo um vídeo que acho marcante, e que comemorei muito com minha Família.

Ayrton! Valeu por tudo!

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ayrton_Senna

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